Defendemos uma Política de Verdade e quisemos uma Lisboa com Sentido. Neste novo ciclo político nasce o Crónicas Lusitanas, de militantes e simpatizantes do PPD/PSD, que querem que este seja um espaço de liberdade, debate e opinião, e sem asfixias..

23
Jan 12

Gosto muito da cidade de Guimarães.

 

Logo que os meus filhos cresceram, levei-os a Guimarães para respirarem o ar que criou Portugal.

 

Nunca me posso esquecer da estátua de D. Afonso Henriques e das nossas pequenas figuras na sua base. A grandeza, a força, o respeito.

 

Acontece, que a UE fez de Guimarães a capital da cultura em 2012.

 

E no sábado, os suspeitos do costume lá foram fazer uns importantes discursos sobre coisas que, hoje, ninguém se lembra. Perdão, recordo os 3 minutos iniciais de agradecimentos vários do Presidente da CM de Guimarães. Muito interessante.

 

Na festa de inauguração, não faltou, uma orquestra criada de propósito para o evento anual, um cantor brasileiro e uma fadista portuguesa pouco conhecida.

 

Lá estava, Sua Exa. o ex- Pres da Républica, Dr. Jorge Sampaio, Pres de um Conselho( mto importante) para a cidade de Guimarães e que segundo os jornais aufere cerca de 15.000 euros para apoiar a capital da cultura.

 

Mas, há mais.

 

O meu espanto é total, quando vejo o grupo teatral catalão La Fura dels Baus a fazer o espectáculo de abertura do evento na praça central de Guimarães, o Toural.

 

Um grupo catalão, pensei eu. Estarei a ver bem ?

 

Aproximei-me da TV. Sim, eram eles.

 

Inacreditavel.

 

Será que uma qualquer cidade espanhola, inauguraria um evento seu com um espectáculo com portugueses ?

 

Claro que não. Nem pensar.

 

Não há em Portugal um Carlos do Carmo ou um João Braga para fazer um espectáculo de inauguração ?

 

Sem comentários.

 

Só me falta saber o custo desta operação saloia.

 

Quem souber diga.

 

O tempo passa e Portugal continua com a mania das grandezas.

Crónica de João Pessoa e Costa às 15:46

28
Dez 11

 

Toda a gente diz que 2012 vai ser um ano mau.

 

Mau, porque há pouco dinheiro, muito desemprego e pouca esperança que as coisas melhorem.

 

Ora, tudo isto é verdade. E não há pior cego, do que aqueles que não querem ver.

 

Mas, vamos ver o que podemos todos fazer todos para tornar a situação menos má.

 

Os que trabalham na função pública e nas empresas privadas, cumprir. Cumprir com os nossos deveres. Com os nossos horários. Colocar Portugal e os seus agentes económicos á frente de tudo.

 

Fazer, fazer e deixar fazer.

 

Sermos mais solidários. Não fazer muitas actividades para a TV. Mais pequenas atenções. Com os nossos familiares, com os nossos vizinhos e com os nossos amigos mais próximos. Sobretudo com os mais idosos.Sem alarde, dizer que estamos presentes.

 

Infelizmente, ser solidário tornou-se um acontecimento social das Madames das Embaixadas.

 

O Estado e as empresas podem dar uma ajuda em 2012. Podem pagar ao seu pessoal e aos seus fornecedores a tempo e horas. Não falhar.

 

Seria bom para todos.

 

Podemos todos gastar menos dinheiro e dar prioridade aos produtos portugueses.

 

Portugal vai precisar de muitos pequenos gestos. E vai precisar da soma de todos.

 

Por fim, uma palavra para um bem precioso. A saúde.

 

Sem ela, nada feito.

 

Por isso, com este Sol que nos iluminou o Natal e parece que vai continuar até ao final do Ano só nos resta aquecer os corações e dizer Bem Haja a quem nos criou.

 

Um Feliz Ano Novo para todos.

 

 

Crónica de João Pessoa e Costa às 12:03

23
Nov 11

 

1.No Domingo houve eleições em Espanha.

 

Como se esperava, o Partido Popular ganhou e Mariano Rajoy será 1º Ministro de Espanha.

 

Sabem a quem telefonou Rajoy logo que soube da vitória ?

 

Ao Pai ? Á Mãe? À mulher ? Ao Sr. Aznar ?

 

Não acertou.

 

Ligou á Sra. MerKel. Segundo o jornal EL Mundo, manteve uma conversa com ela durante 20 minutos.

 

Ela ficou mais tranquila e o Sr. Rajoy causou-lhe muito boa impressão.

 

A Espanha vai poder dormir descansada ?

 

Bom, esqueci-me de um pormenor. A imprensa alemã comentou que " A Espanha vai deixar de dormir a sesta ".

 

2. A Bélgica está há 520 dias sem Governo.

 

O Rei Alberto II diz que a Bélgica atravessa uma grave crise

 

A União Europeia, cuja sede se divide entre Bruxelas e Estrasburgo não sabe de nada ? Não se preocupa ?

 

Se fosse na Grécia ou em Portugal ou em Espanha estavam tão passivos ?

 

3. A Hungria pediu ajuda externa á Comissão Europeia e ao FMI.  Com graves problemas financeiros, uma divida pública de 82% do PIB é a 2ªvez que pede crédito preventivo á UE. Em 2008 recebeu 20.000 milhões de euros para ajudar a sanear os bancos.

 

Conclusão: Com uma Europa assim, cada vez mais quero ser PORTUGAL.

 

 

Crónica de João Pessoa e Costa às 17:57

30
Set 11

 

Portugal, prometeu ao FMI e á UE que iria baixar o défice para 5,9% do PIB até ao final do ano.

 

Veio o problema da Madeira e o défice previsto de 9,1% passou para 9,8%.

 

Hoje, o INE divulgou que nos 1ºs seis meses já estamos com 8,3% de défice.

 

Ou seja, as coisas não estão a correr bem. O Governo não está a controlar a despesa.

 

Querem exemplos ?

 

A CMOeiras inaugurou ontem uma escultura do Pedro Cabrita Reis.

 

Sabem quanto custou ? 

 

Para comemorar os 250 anos do Concelho, a CMO passou um cheque de 1,5 milhões de euros.

 

O Banco de Portugal está a fazer um Museu da Moeda na Baixa de Lisboa.

 

A iniciativa é interessante.

 

E a oportunidade ? Quantos visitantes tem o actual Museu do BP na Av. Almirante Reis ?

 

Não valeria a pena adiar esta despesa e manter o actual Museu na sua Sede ?

 

Num momento de crise como o que atravessamos, o BP está a gastar mais de 20 milhões de euros dos nossos bolsos.

 

Assim, não vamos lá.

Crónica de João Pessoa e Costa às 16:23

08
Ago 11

Entre 180 Países, a Dinamarca foi considerado o País mais feliz do mundo.

 

Portugal foi classificado em 92º lugar. Pudera, mesmo com o Sol a coisa não está fácil.

 

Como de costume, veremos o que nos separa.

 

Com um um PIB dos mais altos do mundo e uma taxa de desmprego de 4%, os Dinamarqueses trabalham 37 h por semana.

 

Sobre este tema a Sra. Merkel, nada diz. Gosta de dizer que os Portugueses trabalham pouco e gozam muitas férias.

 

Na Dinamarca existe a regra dos três 8. 8 h de trabalho, 8 h de lazer e 8 h de repouso. Simples e para cumprir.

 

Nas creches, as crianças fazem a sesta ao ar livre mesmo com -5 graus.O rácio é de por cada 14 crianças, 4adultos na infantil. Nas escolas podem e devem subir ás árvores.

 

Nas residências para a 3ª idade, o dia começa com um beijo a cada um dos utentes. Bebe-se vinho ao jantar, em vez de tomar depressivos. Ouve-se e toca-se música. Os quartos são individuais e podem ser decorados com objectos pessoais.

 

Quer no principio da vida, quer no fim o Estado paga todas as despesas a quem, provadamente, não as possa suportar.

 

A Felicidade, a Paz e a Tranquilidade é tb isto.

 

O Estado são as pessoas.

Crónica de João Pessoa e Costa às 11:22

01
Ago 11

Moro no Bairro de Alvalade, muito perto do Parque da Bela Vista em Lisboa.

 

Ontem, ao chegar a casa não consegui arrumar o carro no parque de estacionamento da minha rua. Tudo cheio.

 

Carros em cima dos passeios, em cima das passadeiras dos peões e até á frente de portões de garagems. Um inferno.

 

Em ruido de fundo, música, muita música e a voz de um homem que berrava e berrou pela noite dentro.

 

Hoje, pela manhã li os meus jornais do costume e tomei o meu café.

 

Um senhor que dá pelo nome de Bon Jovi cantou e pelos vistos encantou 60.000 pessoas em Lisboa. Ontem.

 

Percebi logo tudo. Porque não tinha tido lugar para o carro nem sossego a um Domingo á noite.

 

Num momento de crise em Portugal, pagaram-se bilhetes entre os 55 euros e os 250 euros. Tudo esgotado.

 

O Sr. Bon Jovi, foi pago, certamente numa off-shore, acima dos 500.000 euros.

 

A malta queixa-se dos aumentos dos transportes, da EDP ou de ficar sem uma parte do subsidio de Natal ?

 

Parece que sim.

 

Mas, por este andar ainda vão ficar sem voz.

 

 

Crónica de João Pessoa e Costa às 11:12

03
Jun 11

 

Quem ganha ? O PSD com 34.5% dos votos.

 

Quem perde ? O PS com 32%, o BE com 6%.

 

Quem empata ? O PCP com 9%.

 

Quem vai ganhar, de facto ? O PP com 15%. E coloca Paulo Portas como Vice -Primeiro Ministro e Min.dos Negócios Estrangeiros do futuro Governo.

 

O que seria melhor para Portugal ? Um Governo com Passos Coelho como 1º Ministro e o PS e o PP no Governo.

 

Vai ser assim ? Não sei, mas espero que sim.

Crónica de João Pessoa e Costa às 18:20

21
Abr 11
Só pode... E então, tudo não passou de um mal entendido!... Hoje, ao ligar para o Centro de Saúde para pedir a receita de uns comprimidos que tenho de tomar todos os dias, a médica que me atendeu tomou nota e disse que já não me podia vêr porque o Centro fechava às 12:00 horas reabrindo só na terça feira, data em que eu poderia ir levantar a dita receita. Lindo... Os funcionários públicos (incluindo os Centros de Saúde) têm quatro dias e meio de férias! Ou sou eu que sou louca, ou vivo num país de loucos engravatados que não se importam com a imagem de descrédito e leviandade que dão ao mundo. Bom, é sabido que estamos condenados a ser governados por gente que não presta mas que em compensação, nunca se engana e raramente tem duvidas!! De qualquer forma esta quadra é uma quadra especial para nós, por isso quero desejar a todos uma feliz Páscoa.
Crónica de Ana Pires Marques às 11:48

A carta foi escrita a 13 de Abril e enviada por email. Começa por contar o telefonema de Passos Coelho, na véspera.

 

Caros amigos e Companheiros,

 

Tenho a obrigação moral e política de transmitir o seguinte ao Presidente e Vice-Presidentes do PSD-Cascais, ao Presidente da Câmara e aos Vereadores do PSD.

 

Fui ontem perguntado telefonicamente pelo Presidente do PSD sobre a minha disponibilidade para encabeçar uma lista à Assembleia da República e ser proposto para uma Vice-Presidência deste órgão de soberania.

 

Acrescentou que seria ele a encabeçar a candidatura ao Conselho de Estado, eventualmente Pinto Balsemão seria o segundo e depois se veria a possibilidade de me acrescentar à lista. Neste âmbito, referi-lhe a minha plena concordância com tais opções e que não levanto qualquer problema se ficar de fora, designadamente se o PSD tiver outra situação para acolher, seja a Manuela Ferreira Leite, o Luís Marques Mendes, ou outra personalidade de projecção equivalente.

 

Quanto à Assembleia, recusei liminarmente apresentar-me às eleições se não tivesse subjacente a candidatura à respectiva Presidência, salvo se fosse entendido que um dos militantes que antes referi seria mais apropriado para o efeito. Mas não poderia aceitar ser Vice-Presidente de Fernando Nobre por uma questão de coerência. Se o Partido deseja a minha candidatura ao Parlamento não pode ignorar - desculpem a imodéstia - que fui Vice-Presidente do Parlamento Europeu, Ministro dos Assuntos Parlamentares e Líder Parlamentar, para além de todos os outros cargos que o meu curriculum atesta. Fui cabeça de lista em Setúbal e em Faro, ganhei eleições para o Parlamento Europeu contra o PS com João Cravinho, e obtive por três vezes mais de 50% dos votos nas eleições para a Câmara de Cascais.

 

Consequentemente, não aceito a minha secundarização face a alguém que não tem curriculum político minimamente comparável, sem ignorar, porém, as qualidades pessoais e o resultado eleitoral que conseguiu, mas que não me parece transferível para o PSD em termos significativos.

 

Assim, esclareci o Dr. Passos Coelho que, sem prejuízo da minha amizade pessoal com Fernando Nobre e até de lhe ser devedor de várias atenções (vai transferir para Cascais a sede da AMI e integrou a Comissão de Honra da minha candidatura), tenho reservas sobre o convite que lhe foi dirigido para encabeçar a lista de Lisboa e, muito em especial, discordo vivamente do convite para presidir à Assembleia da República.

 

Fernando Nobre é uma personalidade representativa da sociedade civil muito estimável e que admiro, nomeadamente pelo trabalho que tem desenvolvido na AMI, mas inconsistente politicamente, como abundantemente demonstrou na última campanha eleitoral e as televisões já começaram a evidenciar impiedosamente, relembrando algumas afirmações comprometedoras e as incoerências em que está a cair.

 

Nomeadamente penosa é a afirmação peremptória de que nunca seria candidato à Assembleia da República, invocando então razões de coerência e de independência. Por outro lado, não podemos esquecer que Fernando Nobre foi o mandatário da candidatura do BE ao Parlamento Europeu, nem podemos ignorar as posições deste Partido contrárias à União Europeia! Como é que agora pode integrar as listas de um Partido que defende a integração europeia, e ser proposto para segunda figura do Estado, sem que isso seja tomado como mais uma grave contradição e incoerência? Acresce que, durante a campanha presidencial, o candidato Fernando Nobre abundou nas críticas demagógicas e virulentas ao Presidente da República e aos Partidos.

 

De resto, tenho as maiores dúvidas que a inclusão de Fernando Nobre nas listas do PSD se traduza numa mais-valia eleitoral. Pelo contrário: o cidadão comum olha para esta operação como uma 'caça ao voto' e creio que a generalidade dos eleitores que nele apostaram estão à nossa esquerda e são críticos dos Partidos. Serão provavelmente poucos os que vão acompanhar o candidato nesta transumância. Basta atentar nas redes sociais bem como nos fóruns das televisões e das rádios, para concluirmos sobre a hostilidade muito generalizada à candidatura legislativa. Não é por acaso que a página de Fernando Nobre no Facebook foi encerrada... Os próximos dias vão provavelmente confirmar este crescendo crítico também nas nossas hostes, facto que me leva a acreditar que, com Fernando Nobre, é negativo o saldo entre os que captamos de novo para as listas do PSD e o conjunto dos nossos tradicionais apoiantes que se afastam, indignados com a opção em causa.

 

E não se diga que tenho qualquer reserva de fundo quanto ao alargamento das nossas listas a independentes representativos da sociedade civil. Ao longo da minha carreira política sempre me pronunciei nesse sentido e levei à concretização de muitas situações em conformidade, não só para a Assembleia, como para as Autarquias e até o Governo da República. Mas este caso é manifestamente desajustado e excessivo!

 

Mas, mais grave e chocante é o inexplicável compromisso de candidatar Fernando Nobre à Presidência da Assembleia (candidatura cujo desfecho está longe de ser garantido, mesmo com uma maioria parlamentar do PSD). Estamos a falar da segunda figura do Estado, que pode ser chamado em qualquer momento a substituir o Presidente da República, caso em que teríamos um político sem preparação e anti-europeísta no cargo cimeiro do Estado. Estamos a falar de um cargo que, para além das funções meramente protocolares, exige uma experiência parlamentar sólida (não é por acaso que sempre foram eleitos para o efeito personalidades com larga e consistente experiência política e parlamentar). Por outro lado, proporcionar a Fernando Nobre um mandato na Presidência da Assembleia, significa catapultá-lo para a candidatura seguinte à Presidência da República. Se ele decidir avançar, o PSD estará então em condições de lhe negar o apoio?

 

Provavelmente não, depois de o ter apoiado para segunda figura do Estado... E mesmo que o PSD decida apoiar outro candidato, com perfil mais adequado para suceder a Cavaco Silva, é evidente que terá pela frente em Fernando Nobre um adversário forte, por nós promovido.

Concedendo que é irreversível a inclusão como cabeça de lista de Lisboa, pergunto-me se, em lugar da polémica candidatura à Presidência da Assembleia, não seria mais adequado a abertura para uma pasta da área social no Governo e/ou a candidatura ao Conselho de Estado?

 

Qualquer das soluções adequa-se melhor ao perfil de Fernando Nobre! Ainda estaremos a tempo deste ajustamento? Creio que o próprio Fernando Nobre, após conhecimento das reacções adversas que se multiplicam, nomeadamente vindas daqueles que nele confiaram, talvez queira repensar a situação!

 

Em suma, o PSD, preterindo militantes prestigiados e com perfil muito mais adequado para a Presidência da Assembleia, acolhe nas suas listas em lugar de destaque e com perspectivas de promoção a segunda figura do Estado, uma personalidade independente sem perfil adequado, muito polémica, sem consistência nem coerência política e de duvidosa atractividade eleitoral, tudo com o pretexto de alargar as listas a independentes e dar voz a um prestigiado representante da sociedade civil. Poucos serão os eleitores que acolhem esta justificação e muitos serão os que simplesmente classificam a operação como uma lamentável 'caça ao voto'.

 

Não posso pactuar com esta opção nem deixar-me subalternizar depois de tudo o que fiz nos passados 37 anos ao serviço do meu País e do PSD.

Prefiro ficar de fora.

 

Sem embargo, formulo votos sinceros de grande sucesso à candidatura do PSD à Assembleia da República. Tudo farei para que Pedro Passos Coelho seja o próximo Primeiro-Ministro de Portugal.

 

Com um abraço amigo,

 

António d' Orey Capucho

 

In Sol

Crónica de Rodrigo Mello Gonçalves às 11:40

20
Abr 11

A uma candidatura de um ex-candidato presidencial de esquerda do PSD em Lisboa, o PS responde com a candidatura de um ex-candidato presidencial de direita em Leiria!

 

É impressão minha, ou isto está algo confuso??

 

Crónica de Rodrigo Mello Gonçalves às 12:39

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