Defendemos uma Política de Verdade e quisemos uma Lisboa com Sentido. Neste novo ciclo político nasce o Crónicas Lusitanas, de militantes e simpatizantes do PPD/PSD, que querem que este seja um espaço de liberdade, debate e opinião, e sem asfixias..

15
Nov 09

A 22 de Setembro de 2008, pág. 38 da edição desse dia do Diário Económico, assinei um artigo com o título «Casamentos homossexuais: referendo obrigatório!», no que me parece ter sido o primeiro texto público nesse sentido.

Hoje, mais de um ano decorrido, quando o assunto volta a suscitar-se, vejo apenas Ribeiro e Castro sugerir este caminho, que me parece evidente e fulcral face à ruptura conceptual que se pretende introduzir na sociedade portuguesa.

O PSD prepara-se para apresentar uma alternativa, designada como "União Civil Registada", é uma medida positiva na medida que não subscreve o conceito de casamento gay, mas insuficiente pois está à partida derrotada, limita-se a um descargo de consciência, mas não confronta a tese alternativa uma vez que se cinge ao debate parlamentar.

Claro que em 2008 poderia o referendo ter outro efeito dinâmico para o PSD, mas hoje mantém-se pertinente, até justificável só pela questão de fundo e nenhum taticismo, uma vez que nos tempos mais próximos não existirão actos eleitorais.

Pena que não se rebatam os argumentos da esquerda para inviabilizar este referendo, recorde-se:

a) "O instituto do referendo tem tido pouca participação";

b) "Não se deve deixar à maioria a decisão de um direito de uma minoria".

Existisse alguma vontade e inovação na acção política e estes argumentos nem sobrevivem 5 minutos, mas pelos vistos terão que ser rebatidos no quadro dos movimentos cívicos, pois o PSD fica a meio da viagem, na vitória do meio campo...

Crónica de Pedro Portugal Gaspar às 15:00

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