Defendemos uma Política de Verdade e quisemos uma Lisboa com Sentido. Neste novo ciclo político nasce o Crónicas Lusitanas, de militantes e simpatizantes do PPD/PSD, que querem que este seja um espaço de liberdade, debate e opinião, e sem asfixias..

30
Nov 09

 

A XIX CIMEIRA IBEROAMERICANA e a LUSOFONIA

 

Iniciou-se hoje, em Lisboa, a XIX Cimeira Iberoamericana, em que mais de vinte Estados, de expressão Ibérica, estão representados.

 

A língua portuguesa está em força, não em número de Estados, mas, sim, com a representação de mais de duzentos milhões de falantes - Portugal e Brasil.

 

O Brasil, uma verdadeira nação continental, em acelerado desenvolvimento terá, certamente, dentro de algumas décadas, um grande peso no concerto económico, estratégico e político mundiais.

 

Portugal, precisa de repensar o seu "modelo de desenvolvimento" e de se reposicionar no Mundo, perante esta nova realidade.

 

De facto, Portugal só foi "grande" quando "deixando os pés" na Europa, soube "pôr a cabeça" noutros continentes.

 

Fechado o ciclo colonial e de retorno a Europa, Portugal precisa - sem perder o seu posicionamento na Europa - de redescobrir o Mundo, nomeadamente, as terras onde se fala, em vários sotaques, a língua dos Lusíadas.

 

É urgente que o sector empresarial, de Portugal e do Brasil, se conheçam e possam actuar de forma concertada, no contexto internacional. Os exemplos da EDP, da PT e da PETROGAL podem e devem ser replicados, nos dois sentidos.

 

Portugal, pode ser a "porta europeia" dos produtos brasileiros e, no futuro, de muitos outros espaços e nações de expressão lusófona. E, por outro lado, a "visão e suporte europeu"  do alargamento do "atlântismo" a sul.

 

Por outro lado, o Brasil, Angola e muitas outras nações de expressão lusofona, poderão e deverão ser potenciados como mercados para os produtos desse "espaço  empresarial lusofono". 

 

É urgente criar uma verdadeira rede empresarial lusófona. Só com o conhecimento e respeito mútuos será possível alcançar tal desiderato.

 

Uma coisa é certa. o sector empresarial lusófono, precisa de criar músculo e dimensão para ser respeitado e ter uma palavra a dizer no concerto internacional. Precisa-se um novo Gama, que descubra os caminhos da construção e consolidação do espaço  empresarial lusofono.

 

O triângulo Lisboa-Luanda-Brasília, pode e deve, dentro de algumas décadas, ser uma surpresa no contexto do comércio internacional. Surpresa, desde logo, porque poderá ir contra o movimento integrador de blocos continentais.

 

O sector da aviação civil, poderá, muito bem, ser uma primeira experiência, deste novo eixo gâmico da lusofonia  tricontinental. Com efeito, na sequência da concentração empresarial das empresas de aviação civil,  era desejável a constituição de uma empresa de aviação civil atlântico-lusofona, que pudesse congregar os três continentes - Europa/África/América do Sul.

 

Mas, outros sectores poderão estar na calha. Veja-se, a experiência da Ongoing, liderada por Nuno de Vasconcellos, ao "transpôr" para o Brasil o seu nóvel projecto, na área da comunicação social  - o jornal "BRASIL ECONÓMICO"

 

A propósito, desta visão tricontinental da lusofonia empresarial, quero ainda, aqui, saudar o trabalho que, desde a UCCLA - União das Cidades Capitais  de Língua Portugiesa, está a ser desenvolvido, pelo seu Secretário-Geral, Eng. Miguel Anacoreta Correia. Trata-se de um Homem com provas dadas. Desempenhou importantes cargos no Governo de Portugal,  na União Europeia e é hoje Conselheiro de Estado. Tem, ainda, a meu ver, a grande vantagem, de ter aprendido a olhar a lusofonia, não da Europa, de Portugal, para o resto do Mundo, mas, sim, desse "Mundo" para o seu todo - um verdadeiro atlântista do sul.

Crónica de José Cal Gonçalves às 01:06

 Inauguro, hoje, a minha participação neste blogue, de uma forma que, muitos, poderão considerar polémica. No entanto, como muitos bem sabem, pelo menos, desde finais de 2004, que venho denunciando e alertando para que é necessário credibilizar o nosso PPD/PSD e a actividade político-partidária em geral.

 
Na passada quinta-feira, a Revista Sábado, publicou, nas páginas 78 a 82, mais um artigo em torno da Secção E, de Lisboa, do PSD.
 
Os “contornos” da notícia fazem-nos, certamente, reflectir sobre o “percurso” que, a Secção E e o PSD, vem fazendo desde, pelo menos, 2004. Como todos se recordam, foi por essa época que os obscuros afastamentos compulsivos, de candidatos às Freguesias, tiveram início.
 
A situação descrita pelo actual Presidente da Secção E, e também Presidente da Junta de Freguesia de São Jorge de Arroios, a ser verdadeira, é de tal gravidade que nos deverá fazer reflectir a todos.
 
Porém, outros dizem que se está apenas a falar da “ponta do iceberg”. Será assim?
 
Como é possível que, num Estado de Direito Democrático, os factos descritos possam ser verdadeiros? Só numa situação de efectiva "crise de regime". Mas, sobre "acrise de regime", falaremos noutra oportunidade.
  
É urgente credibilizar a vida pública, o exercício da actividade política e da actividade partidária.
 
É urgente que os órgãos Distritais e Nacionais, do PSD, investiguem e esclareçam a opinião pública sobre o que se está, ou não, a passar…
 
O nosso PPD/PSD, não pode ser uma “casa mal frequentada”, nem pode ver ignorados tais “gritos de alerta” …
 
Impõe-se que o “tumor”, a existir, seja extirpado de imediato e de vez, sob pena de, com o passar do tempo, poder alastrar e “gangrenar". Será que vamos a tempo?
 
Fico a aguardar os próximos capítulos …
 
Então, veremos quem tem razão, quem sai a “terreiro” para “deslindar” o caso, como é reposta a legalidade e como são expurgados este tipo de comportamentos …
Crónica de José Cal Gonçalves às 00:13

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